Entramos na Jordânia pelo Sinai. As cidades da fronteira são Eilat (Egito) e Aqaba (Jordânia). Essa fronteira é super organizada e rapidamente se chega na Jordânia.
Resolvemos contratar um motorista para nos levar a todas as cidades que queríamos, mas é plenamente possível alugar um carro lá. As estradas são boas, bem sinalizadas (em árabe e em inglês) e o país bem seguro.
O roteiro na Jordânia foi: Petra, Karak Castle, Madaba, Mar Morto, Umm Quais, Amã, Ajoun Castle e Jerash (não necessariamente nessa ordem!).
Um importante detalhe: Jordânia é cara, bem cara, então se prepare.
Outra dica: Compramos o JordanPass antes de ir. Ele inclui o visto e várias atrações. Vale a pena!
Segue o site: https://www.jordanpass.jo/
Um importante detalhe: Jordânia é cara, bem cara, então se prepare.
Outra dica: Compramos o JordanPass antes de ir. Ele inclui o visto e várias atrações. Vale a pena!
Segue o site: https://www.jordanpass.jo/
| Siq |
Da fronteira fomos direto para Petra (120 km de Aqaba). Ficamos em um hotel bem na entrada da Cidade Perdida ou Cidade Rosa.
Sei que Petra dispensa apresentações, mas vale saber um pouquinho da história dessa maravilha do mundo.
A cidade foi esculpida, por volta do século VI a. C., nas rochas pelos Nabateus, um povo árabe que ficou nessa região por 2.000 anos. A entrada para a cidade é feita pelo Siq, um caminho entre as rochas que termina exatamente com aquela visão magnífica do Tesouro (Al-Khazneh).
O Tesouro é o que vem na nossa cabeça quando pensamos em Petra, mas, definitivamente, a cidade é muito mais do que só ele.
O lugar é muito grande, muito mesmo, caminhamos dentro umas 7 horas seguidas, e não vimos tudo. Dentro da cidade há tumbas, teatro, templos, etc. O Mosteiro, por exemplo, fica a mais ou menos 10 km da entrada do Siq.
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| Visão geral de Petra |
Logo na entrada da cidade somos abordados por locais oferecendo carruagem e cavalos. Eles dizem que o animal está incluído no valor da entrada. Não está! O cavalo leva apenas até a entrada do Siq, custa 2JD (2018). Vão te cobrar esse valor e ainda vão esperar gorjeta.
Cuidado com os beduínos. Eles têm fama de furtar e assediar turistas. O tratamento deles com os animais me chocou, os burrinhos, camelos e cavalos são extremamente mal tratados. Não os utilizei, pois sou contra a crueldade com animais, por isso andei muito.
No final da trilha principal, bem depois das tumbas, há dois restaurantes. Um bom e um ruim. O bom tem buffet e cobra 15 JD por ele. Ah tem cerveja! O que é super raro encontrar.
O Tesouro tem 40 metros de altura e , provavelmente, foi construído no Século 1 a. C.
Sabe aquela foto clássica do alto do pedra com ele lá embaixo? A trilha, que é fácil, começa no seu lado esquerdo.
Na frente dele tem um café, onde tirei essa foto aí do lado. O chá deles é ótimo!
Nós resolvemos continuar a visita pela trilha clássica, a mais popular. Seguindo ela passamos pela rua das fachadas, com vários túmulos.
| Uma das tumbas |
Nas noites de segunda, quarta e quinta são acesas 1.800 velas desde o Siq até o Tesouro. Nós não fomos ver o espetáculo das velas à noite, não tínhamos mais pernas para chegar :)


