terça-feira, 1 de janeiro de 2019

África do Sul - Joanesburgo


Para começar a contar sobre essa viagem incrível que acabei de fazer vou falar sobre coisas práticas.

Alugamos carro e dirigimos o tempo todo. As estradas são maravilhosas, um tapete. Algumas têm pedágio. Não esqueça que a mão aqui é inglesa, logo é  melhor alugar um carro automático.

Logo no aeroporto comprei um sim card na Vodafone. Funciona perfeitamente. Na loja vão tentar te empurrar um adaptador de tomada. Eu comprei :(, mas não tinha necessidade. Todo hotel que fiquei também tinha tomada de dois pinos.

O país é bonito, organizado, as pessoas são simpáticas, a comida é ótima e, em momento algum, achei violento. Confesso que estava bem receosa com esse ponto, mas, principalmente para quem mora no Brasil, não achei nada perigoso. Na realidade, Rio e São Paulo são bem mais perigosos.

Em relação ao dinheiro, achei o país barato.

O roteiro foi o seguinte: Joanesburgo, Kruger, Suazilândia, Port Elizabeth e Cape Town.

O deslocamento entre Joburg e Port Elizabeth (voei pela Mango) e de Cape Town – Joburg (kulula) foi feito de avião, pois, infelizmente, eu não tinha tempo para ir dirigindo, as distâncias são enormes.

Fiz todo o roteiro por conta própria, apenas peguei um guia em Joanesburgo, pois achei que o teor histórico do passeio merecia. E acertei!

Tinha planejado dois dias em Joanesburgo, mas a viagem para a África do Sul começou toda errada. A Avianca cancelou o voo de conexão sem avisar e com isso perdermos o voo para Joanesburgo. Diante desse fato, os dois dias viraram um, e bem corrido.

Antes de ir eu contratei um tour pela cidade com a Felleng tours. Ótima escolha! O nosso guia Rudie foi muito bom. Chegamos no hotel e logo ele estava lá.

A primeira parada foi naquelas antigas torres de energia famosas de Soweto, que agora servem para esportes radicais.






 No caminho ele fez questão de parar em uma barraquinha para mostrar o que as pessoas mais pobres da área comiam. Eu, por ser vegetariana, não consegui olhar. Eram restos de cabeça de boi com uma papa feita de farinha.

Na sequência fomos na praça Walter Sisulu, cuja importância história é enorme. Foi nessa praça que, em 1955, durante o regime do apartheid, Mandela e outros se reuniram como Congresso do Povo e elaboraram a Carta da Liberdade. Ela pode ser lida dentro do monumento da praça.



Aqui caminhamos para ver pessoas e seus hábitos. Conhecemos curandeiros e almoçamos com o pessoal na rua (comida deliciosa). A comida consistia em repolho, a papa de farinha e frango frito.

O tour continuou com a parada na casa em que Mandela morou antes de ser preso. Na realidade, quando ele saiu da prisão ainda ficou um tempo nela, mas logo mudou, pois não tinha segurança e privacidade.




É extremamente interessante ver como ele e Winnie moravam. Como eram pessoas humildes e a força e influência deles no povo. Bem emocionante.





Por fim, fomos no museu do Apartheid. Parada obrigatória. Se for para escolher uma atração na cidade, com certeza, é essa! O museu é muito bonito, bem grande, e o teor é triste e pesado.
Em uma parte tem uma exposição sobre Mandela e na outra sobre o Apartheid em si. O bilhete de entrada do museu já é chocante. 


A entrada é dividida em brancos e não brancos para mostrar aos visitantes como era á época. A gente acha que sabe algo sobre esse sistema de discriminação racial, mas depois de passar pelo museu fica claro que não sabíamos nada.


















O dia foi intenso, foi corrido, mas foi maravilhoso! Ficamos hospedados no C.A.G The Vantage, em Sandton, e aprovamos. Boa localização, ao lado de um shopping.

Jantamos no Jamie´s Italian, em Melrose, e também adorei esse bairro para se hospedar.



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Jordânia -Petra


Entramos na Jordânia pelo Sinai. As cidades da fronteira são Eilat (Egito) e Aqaba (Jordânia). Essa fronteira é super organizada e rapidamente se chega na Jordânia.
Resolvemos contratar um motorista para nos levar a todas as cidades que queríamos, mas é plenamente possível alugar um carro lá. As estradas são boas, bem sinalizadas (em árabe e em inglês) e o país bem seguro.
O roteiro na Jordânia foi: Petra, Karak Castle, Madaba, Mar Morto, Umm Quais, Amã, Ajoun Castle e Jerash (não necessariamente nessa ordem!).

Um importante detalhe: Jordânia é cara, bem cara, então se prepare.

Outra dica: Compramos o JordanPass antes de ir. Ele inclui o visto e várias atrações. Vale a pena!
Segue o site:  https://www.jordanpass.jo/

Siq



Da fronteira fomos direto para Petra (120 km de Aqaba). Ficamos em um hotel bem na entrada da Cidade Perdida ou Cidade Rosa.

Sei que Petra dispensa apresentações, mas vale saber um pouquinho da história dessa maravilha do mundo.

A cidade foi esculpida, por volta do século VI a. C., nas rochas pelos Nabateus, um povo árabe que ficou nessa região por 2.000 anos. A entrada para a cidade é feita pelo Siq, um caminho entre as rochas que termina exatamente com aquela visão magnífica do Tesouro (Al-Khazneh).

O Tesouro é o que vem na nossa cabeça quando pensamos em Petra,  mas, definitivamente, a cidade é muito mais do que só ele.

O lugar é muito grande, muito mesmo, caminhamos dentro umas 7 horas seguidas, e não vimos tudo. Dentro da cidade há tumbas, teatro, templos, etc. O Mosteiro, por exemplo, fica a mais ou menos 10 km da entrada do Siq.




Visão geral de Petra



Logo na entrada da cidade somos abordados por locais oferecendo carruagem e cavalos. Eles dizem que o animal está incluído no valor da entrada. Não está! O cavalo leva apenas até a entrada do Siq, custa 2JD (2018). Vão te cobrar esse valor e ainda vão esperar gorjeta.



Cuidado com os beduínos. Eles têm fama de furtar e assediar turistas. O tratamento deles com os animais me chocou, os burrinhos, camelos e cavalos são extremamente mal tratados. Não os utilizei, pois sou contra a crueldade com animais, por isso andei muito.

No final da trilha principal, bem depois das tumbas, há dois restaurantes. Um bom e um ruim. O bom tem buffet e cobra 15 JD por ele. Ah tem cerveja! O que é super raro encontrar.

O Tesouro  tem 40 metros de altura e , provavelmente, foi construído no Século 1 a. C.
Sabe aquela foto clássica do alto do pedra com ele lá embaixo? A trilha, que é fácil, começa no seu lado esquerdo.

Na frente dele tem um café, onde tirei essa foto aí do lado. O chá deles é ótimo!








Nós resolvemos continuar a visita pela trilha clássica, a mais popular. Seguindo ela passamos pela rua das fachadas, com vários túmulos.

Uma das tumbas

Nas noites de segunda, quarta e quinta são acesas 1.800 velas desde o Siq até o Tesouro. Nós não fomos ver o espetáculo das velas à noite, não tínhamos mais pernas para chegar :)


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Luxor


 Luxor é a última parada do cruzeiro, aqui voltamos a ficar em hotel. Todos os nossos guias durante a viagem foram ótimos, mas em Luxor tivemos o melhor Habibi conosco, e ainda bem, pois ô lugar com milhares de coisas para ver. Na realidade a cidade é conhecida como o maior museu aberto do mundo. E faz jus!

Andamos muito pelas ruas da cidade, o mercado é ótimo. Tome apenas cuidado com os carros (nunca sabemos de onde vem, para onde vão e é buzina pra todo lado!) e seja enfático ao dizer NÃO quando assediado (assédio para compras, para entrar no táxi, para tudo!!). Fora isso, não há perigo algum. 

#Partiumundoo Dica: Moças, por favor, evitem colocar as pernocas de fora. Só o fato se sermos estrangeiras já chama atenção. Eu comprei uma calça típica e fiquei com ela o tempo todo. :)

Ficamos duas noites, mas com certeza essa cidade merecia mais tempo. Aliás essa é a sensação normal no Egito. É tanta história, tanta coisa para ver, saber, que falta tempo.

Luxor é dividida em margem leste e oeste. Os templos de Karnak e Luxor ficam na margem leste, já o vale dos reis, vale das rainhas e o templo de Hatshepsut na margem oeste.


A primeira coisa que fizemos foi o passeio de balão. Não há porque ficar com medo, é só seguir as orientações do piloto. O balão sobe bem cedo, ainda está escuro quando chegamos ao local. Lá do alto a visão é incrível. Dá para ver ambos os lados de Luxor. 

 Foi a segunda vez que andei de balão ( a primeira foi na Capadócia), espero repetir muitas e muitas vezes.

Por ser Egito, mais uma vez se prepare para o pouso, não por questões de segurança, mas, sim, porque assim que ele começa a descer vêm várias pessoas correndo até ele para pedir dinheiro, claro. Algumas crianças são de partir o coração. Eu, particularmente, fiquei bem tocada.
Ah a equipe do balão também espera gorjeta. Aliás todos no Egito esperam. 













Continuamos o passeio pelo lado oeste da cidade. O vale dos reis, local das tumbas de vários faraós, é grandioso. O local foi por eles escolhido para a passagem à eternidade por ser uma montanha em formato de pirâmide. A importância arqueológica é enorme. 

Aqui foi encontrada a tumba de Tutancâmon, que, atualmente, está no museu do Cairo. Algumas são ricamente decoradas, as pinturas e hieróglifos em excelente estado, outras são tão profundas que ficamos sem saber como fizeram. A de Seti I, por exemplo, tem mais de 120 metros de profundidade. Também estavam aqui Ramsés VI, Ramsés III e Amenhotep II, dentre outros. 

 Como podem ver não há proteção nas paredes, o que é uma pena. Sabe-se lá até quando teremos os hieróglifos nelas.







#Partiumundoo Dica: Não deixe de levar água, a caminhada é grande e o calor enorme. Só há banheiro na entrada do Vale.




Daqui seguimos para o Vale das Rainhas. Uma das tumbas mais importantes e decoradas é a da rainha Nefertari, uma das esposas de Ramsés II. Particularmente eu achei as tumbas aqui mais bonitas.



Próxima parada: Templo de Hatshepsut. Ela foi a primeira mulher faraó da história. A história dela é bem interessante e nos foi contada pelo guia, tentarei escrever o que lembro. Hatshepsut só deu ao marido uma filha, Néfruré, em compensação, uma outra esposa deu a ele um filho, que recebeu o nome de Tutmósis III, que, ao completar a idade de oito anos ficou órfão do pai, tendo então que Hatshepsut, em seu papel de Grande Esposa Real, assumir uma co-regência até que o garoto tivesse uma idade mais apropriada para reinar, porém, quando o rapaz alcançou a idade de quinze anos a rainha se declarou faraó, e assim permaneceu por vinte e um anos.

Templo funerário de Hatshepsut

 Mais uma curiosidade: ela se vestia como homem para governar o Egito.


 


Para terminar essa margem, passamos pelos Colossos de Memnon. 

São duas estátuas gigantescas do faraó  Amenófis III, que serviriam para guardar o seu templo funerário.





Uffa! Acabamos uma margem. Vamos para a outra?

Karnak é um super templo, mais de 260 mil m², dedicado à Amon-Rá (rei dos deuses). É o maior de todo o Egito.  Só na época de Ramsés II, 80 mil homens trabalharam em Karnak. Cada faraó que passou pelo Egito incluía sua marca no templo. O templo tinha vários obeliscos, a grande maioria foi levada ou dada de presente.

 
O complexo é composto de três grandes templos: Montu, Mut e Amon (o maior deles).

Na entrada do templo, antes de cruzar o primeiro pilone, veremos 40 esfinges com cabeça de carneiro. É o começo da Avenida das Esfinges, que chegava até o Templo de Luxor.


#Partiumundoo Dica: Roupas e sapatos confortáveis. Ele é realmente gigantesco!




Em uma das salas os pesquisadores acreditam que há 134 colunas e, antigamente, era coberta por um teto.


O complexo ainda tem um lago, que era considerado sagrado e servia para purificação.





Nas proximidades do lago, existe uma intrigante estátua de granito do escaravelho. Reza a lenda que se uma pessoa der voltas ao redor dela, a estátua teria o poder de realizar desejos relacionados a fortuna (3 voltas), matrimônio (5 voltas), felicidade (7 voltas) e segredos (8 voltas).  Juro que não lembro quantas voltas dei!

De noite Karnak tem show de luz e som.

Passemos para o templo de Luxor. Esse é bem menor que o anterior, mas está super bem conservado. 
Ele é o único monumento do mundo que contém em si mesmo as épocas faraônica, greco-romana, copta e islâmica. Aliás, tem uma mesquita junto dele.

Curiosidade: o obelisco da Place de la Concorde em Paris veio de Luxor. Na foto abaixo aparece um obelisco, falta um do lado. Eram dois na entrada.

Aqui, também, Ramsés II acrescentou suas estátuas. Um detalhe raro: tem uma estátua de Tut com sua esposa.


Tut e esposa



Na frente do templo vê-se a avenida das esfinges, aquela que chega em Karnak. 
Adorei fazer a visita de noite, o templo fica lindo iluminado e o calor é menor. Ah também tem show de luz e som.

Para fechar Luxor vale mencionar que visitamos o Museu da Mumificação. Ele fica na margem leste do rio Nilo, fácil de achar e nós estávamos hospedados bem perto dele. O museu é pequeno, mas bem interessante. Ele explica a técnica utilizada para embalsamar pessoas e animais. Não tenho foto, pois é proibido fotografar.



quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Algarve


Algarve é uma região de uns 200 km cheia de praias lindas no sul de Portugal que engloba vários municípios, ao todo são 16, dentre eles Faro, Portimão, Lagoa, Albufeira, Tavira.
É muito fácil chegar lá. De Lisboa é só pegar o trem na estação Oriente (o trajeto dura umas 3 horas) ou ir de avião até Faro.

Faro pode ser utilizada como base central para se visitar a região, mas também tem vários atrativos, como por exemplo, a Vila Adentro, parte histórica da cidade que, aliás, tem bons restaurantes; a praia de Faro e as ilhas.

No cais da cidade partem os barcos para as ilhas (ilha deserta e ilha do farol), os horários são diversos no verão, só chegar lá e pegar um. Para a ilha deserta são uns 45 minutos de ferryboat pela Ria Formosa, uma série de lagoas de água salgada que servem de abrigo para aves migratórias.


Para maiores informações: https://ilha-deserta.com/pt/
 

Arco da Vila
Acho muito agradável tomar um drink no restaurante O Castelo, que fica dentro da parte antiga da cidade, vendo o por do sol.


Ilha deserta















Também recomendo a Hamburgueria e  o restaurante Portas de São Pedro.

Uma atração estranha de Faro é a capela dos ossos. Sim, é cheia de ossos mesmo! Os ossos do cemitério superlotado foram colocados nessa pequena capela, que fica dentro da igreja do Carmo.

Capela dos ossos

Vale muito a pena alugar um carro  no Algarve, assim fica mais fácil conhecer as praias, que são muitas e relativamente próximas uma das outras. O link abaixo leva a um mapa com a localização delas.


Não deixe de fazer o passeio de barco. É muito bonito. Imperdível. O barco passa por diversas grutas. Nós pegamos o barco em Portimão, mas também tem saída de outras cidades.






 A praia de Benagil, essa ai na foto do lado, fica em Lagoa (mais ou menos 1 hora de Faro). É considerada a praia mais bonita do Algarve. 
No passeio de barco eles param para tirar fotos, mas não deixam descer.
A maneira mais legal de chegar na gruta é de caiaque. Há pessoas que vão nadando mesmo, mas precisa verificar se as condições do mar estão favoráveis, tem muita corrente na área.
Tente ir na parte da manhã, ela costuma ficar menos cheia.





Outra praia imperdível é a da Marinha, considerada uma das 10 mais bonitas da Europa. Não é a toa! Ela é rodeada de falésias esculpidas pela erosão. O visual é lindíssimo!
🌟Prepare-se! Existe uma escadaria para chegar na areia da praia e são muitos degraus.






A  belíssima praia do Camilo, em Lagos, também é acessada através de escada (uns 200 degraus), porém essa descida é menor do que a da Marinha.

A pequena praia fica entre falésias e é deslumbrante. Uma passagem entre os rochedos revela uma outra prainha, linda também.

🌟 Em todas não esqueça de levar água, guarda sol, etc. Há apenas um restaurante em cada e definitivamente não há aluguel de cadeira nem guarda sol.



quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Cruzeiro pelo Nilo

Nas quatro noites seguintes fizemos um cruzeiro pelo rio Nilo. O check in no barco é feito em Aswan, e para chegar lá pegamos um trem noturno no Cairo.
A viagem de barco foi incrível! Foram dias maravilhosos. A cabine é confortável, o staff sensacional e a comida deliciosa. Ah, sim, o café da manha e a janta estavam incluídos. O barco também tinha piscina, massagem e shows de noite.

Philae

Durante esses dias passamos por lugares inesquecíveis. O primeiro foi o Templo de Philae, dedicado à deusa Isis, que fica 12 km ao sul de Aswan. Para chegar nele precisamos pegar um barquinho, pois ele fica em uma ilha. Aliás aqui cabe uma curiosidade, quando construíram a represa a Unesco realocou o templo para evitar que esse fosse destruído pela água.







Em Aswan fizemos o tradicional passeio de Felucca, um barco típico. O passeio é bem relaxante. No final do passeio passamos na frente do Cataract hotel, conhecido por ter hospedado Agatha Christie enquanto ela escrevia Morte no Nilo. 


Nosso barqueiro Núbio


Aproveitamos o dia para ir no museu Núbio (Nubian museum), que é bem interessante. Núbio é aquele que nasceu na região da Núbia, no alto Egito. Atualmente equivale ao sul do Egito e norte do Sudão. Dentro do museu as obras estão dispostas em ordem cronológica. Muita coisa legal, o que mais gostei foi a representação de uma vila núbia. A entrada do museu custa 100 EP.


Outro local muito esperado por mim era Abu Simbel. Era um sonho para mim ir, e fui! Mas como é longe! 250 km de Aswan, quase na fronteira com o Sudão. Para chegar lá saímos do barco muito cedo. A estrada, por razões de segurança, fica fechada de noite e reabre às 5 da manha, então o carro chega nesse ponto e fica esperando a polícia abri-la. 

Ramses II



Todo o perrengue vale muito, mais muito mesmo. É majestoso! São dois templos encravados na rocha construídos por ordem do faraó Ramsés II. Um em homenagem ao próprio (nunca vi alguém se amar tanto!) e outro à sua esposa preferida Nefertari.
Esses templos também não existiriam mais se não fosse a Unesco. O trabalho para salvá-los está documentado na entrada do complexo.

Templos de Abu Simbel
















Navegando pelo Nilo passamos também pelos templos de Kom Ombo e Edfu.

Kom Ombo fica cerca de 40 km ao norte de Aswan e é o único templo egípcio dedicado a duas divindades: um lado do templo é dedicado ao deus crocodilo Sobek, deus da fertilidade e criador do mundo; o outro lado é dedicado ao deus falcão Horus.



Sobek
 Kom Ombo possui, ainda, um museu dedicado exclusivamente a múmias de crocodilos. Os antigos egípcios rezavam para ele pedindo força, proteção e fertilidade.



Essa foto aqui do lado, para mim, retrata o que há de mais incrível nesse templo. Essa parede mostra detalhadamente um calendário indicativo de inundação do rio Nilo, bem como as datas da colheita. 
Também há uma parede com hieróglifos de utensílios médicos utilizados pelos antigos egípcios. Super interessante!


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Com relação ao templo de Edfu, dedicado do deus Hórus, assim que se desce do navio entra-se em uma charrete que nos leva até a entrada. Dá uns 3 km de charrete no meio de um povoado bem pobre, se prepare para esta corrida. Reserve gorjeta para o 'motorista'.




Edfu ' Horus







 O templo é o segundo maior templo do Egito, o complexo mede 137 metros de comprimento, 79 metros de largura   É belíssimo, bem conservado, vale muito, mas muito mesmo, a visita.
A entrada custa 100EP (janeiro de 2018)



 






 Para quem faz o cruzeiro, como nós fizemos, essa cidades são paradas dele. Para quem não faz existe a possibilidade de chegar neles de trem.






Trogir

Trogir é uma linda cidade bem próxima de Split (27 km). É uma das cidades mais antigas da Croácia com mais de 4 mil anos de existência. Seus...